Susie Wiles, uma das assessoras mais próximas de Trump, diz estar livre do câncer de mama | G1
Ela é chefe de gabinete do republicano, um cargo equivalente ao de ministro da Casa Civil no Brasil. Tumor havia sido detectado em março.
Susie Wiles, líder da campanha de Donald Trump nas eleições americanas de 2024, observa o candidato republicano durante discurso em 15 de janeiro de 2024. — Foto: AP Photo/Andrew Harnik
A chefe de gabinete de Donald Trump , Susie Wiles, disse nesta quarta-feira (16) estar livre do câncer de mama.
A doença havia sido anunciada em março e anunciada pelo próprio Trump em sua rede social.
"Susie Wiles é uma chefe de gabinete incrível, uma pessoa fantástica e uma das pessoas mais fortes que conheço, mas, infelizmente, ela foi diagnosticada com câncer de mama em estágio inicial e decidiu enfrentar esse desafio IMEDIATAMENTE, em vez de esperar", escreveu Trump, na Truth Social.
"Ela tem uma equipe médica fantástica e o prognóstico é excelente! Durante o período de tratamento, ela passará praticamente o tempo todo na Casa Branca, o que me deixa, como Presidente, muito feliz!", afirmou.
Nos Estados Unidos, o cargo de chefe de Gabinete pode ser comparado com o de ministro da Casa Civil do Brasil. Entre as funções está a coordenação das atividades do governo e a organização das demais secretarias. Susie também deverá operar como uma das principais conselheiras do presidente.
Ela se autointitula "organizadora do caos" e tem um perfil "low profile". Susie foi uma das responsáveis por levar Trump ao poder em 2016 e ajudou a limpar o nome do republicano em 2021, após apoiadores invadirem o Capitólio no dia 6 de janeiro daquele ano.
Foi dessa forma que ela se tornou uma das pessoas do círculo de máxima confiança de Trump.
Susie é amplamente reconhecida, tanto dentro quanto fora do círculo íntimo de Trump. Ela evitou os holofotes durante a campanha e se recusou a discursar enquanto Trump celebrava a vitória nas eleições.
Em uma de suas falas mais fortes, ela disse que Trump, apesar de não beber, tinha "personalidade de alcoólatra" e um desejo de vingança contra quem ele considera seus inimigos.
Ela também disse que o vice-presidente JD Vance "é um teórico da conspiração há uma década" e descreveu sua mudança de crítico para apoiador de Trump como "meio política", motivada por sua campanha para o Senado em vez de princípios.
Wiles criticou a revista de forma veemente pela edição de suas falas.
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