Suspeito de matar mulher com fio de carregador de celular é preso | G1
Polícia Civil acredita que caso seja de latrocínio, após encontrar pertences da vítima com ele. Luana Mendes Darella tinha filhos de 7 anos e 4 meses, que foram encaminhados para a avó.
Um homem de 25 anos suspeito de ter matado Luana Mendes Darella , de 29, estrangulando a vítima com um fio de carregador de celular foi preso em Criciúma nesta terça-feira (8). A Polícia Civil acredita que o assassinato seja um latrocínio , que é roubo seguido de morte, já que pertences da mulher foram encontrados com ele .
Luana foi assassinada em 16 de agosto. Ela tinha dois filhos , uma menina de 7 anos e um menino de 4 meses, que foram encaminhados à avó materna.
A prisão, que é temporária, ocorreu no bairro Boa Vista. O delegado Túlio Magalhães Falcão informou que o homem conhecia a vítima, mas não foram divulgados mais detalhes.
Durante a investigação, a Polícia Civil pediu mandados ao Poder Judiciário para deter o suspeito e de busca e apreensão. Eles foram cumpridos em residências ligadas a ele.
Além do Boa Vista, os policiais também estiveram em imóveis no bairro Laranjinha. Com os mandados de buscas, os agentes apreenderam objetos e roupas usadas pelo investigado no momento do crime .
Apesar de pertences da vítima terem sido encontrados com o suspeito, a motivação do assassinato ainda não está totalmente esclarecida e as investigações continuam . O homem foi encaminhado ao Presídio Regional de Criciúma.
Luana Mendes Darella, de 29 anos. foi achada morta com sinais de estrangulamento em casa de Criciúma — Foto: Reprodução/Redes Sociais
O corpo de Luana foi encontrado deitado sobre o sofá da casa dela, no bairro Fábio Silva, em Criciúma. Ela morava no imóvel com os dois filhos.
Eles estavam com vizinhos quando os policiais encontraram o corpo da mãe. Não foi divulgado se as crianças presenciaram o crime.
Durante a investigação, os policiais civis conseguiram identificar o suspeito. Com a ajuda de moradores e comerciantes, obtiveram imagens de todo o itinerário percorrido por ele no dia do crime.
Com essas provas, a Polícia Civil pôde pedir ao Poder Judiciário pela prisão temporária, de 30 dias, do homem e pelos mandados de busca e apreensão nas residências, cumpridos nesta terça.
Topics in this story
Gathered from external sources. Rights to this text belong to whoever originally published it.