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Wilder Morais, candidato ao governo de Goiás, fala sobre propostas | G1

Candidato detalhou suas principais propostas de campanha. Ele também se posicionou contra o uso de câmeras nas fardas de policiais.

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O candidato ao governo de Goiás pelo Partido Liberal ( PL ), Wilder Morais, participou de uma sabatina à TV Anhanguera nesta terça-feira (15). Durante a entrevista, Wilder falou sobre sua proposta de criação do cartão creche e de uma secretaria voltada à exploração de terras raras.

Para esta rodada de entrevistas, foram escolhidos candidatos com 5% ou mais de intenções de voto em pesquisas encomendadas pela TV Anhanguera. Wilder foi o segundo entrevistado da sequência de sabatinas com os candidatos ao governo de Goiás que vão acontecer até quarta-feira (16).

Wilder Morais começou falando sobre seu projeto Primeiro Salário para os Jovens, que busca incentivar a entrada dos jovens no mercado de trabalho. Wilder explicou o que diferencia o programa dele de outros no formato Jovem Aprendiz é a obrigatoriedade de se seguir algumas exigências, como a frequência escolar.

O candidato também falou sobre o projeto cartão creche e disse que pretende incentivar empresários a colocarem os filhos no primeiro ensino. O programa visa usar recursos do governo estadual para cofinanciar vagas em creches.

O candidato foi questionado sobre projetos que poderiam beneficiar programas de habitação em que ele votou contra durante seu mandato como Senador. De acordo com ele, o voto contrário teve o objetivo de evitar a aprovação de propostas conhecidas como "jabuti" — jargão político usado para descrever temas inseridos escondidos em uma proposta legislativa.

Wilder mencionou um compromisso de campanha relacionada a pavimentação urbana e reforma asfaltica. O candidato disse que pretende trabalhar em conjunto com prefeituras para realizar o trabalho e como pretende encaminhar recursos para atingir esse objetivo.

O candidato é defensor da posse e porte armas de fogo. Ele afirmou que pretende continuar defendendo a ampliação do acesso a armas de fogo para algumas profissões e partes da população. Wilder afirmou que defende a proposta por acreditar que ela faz parte do direito à legítima defesa.

Wilder também foi questionado sobre sua frequência em sessões no Senado enquanto senador federal. O candidato afirmou que só não esteve presente em votações de pautas ideológicas.

O candidato foi questionado sobre não ter conseguido apoio do prefeito de Anápolis Márcio Corrêa (PL), que apesar de pertencer ao mesmo partido, declarou voto ao candidato rival Daniel Vilela (MDB). Wilder disse que Márcio não declarou apoiou a campanha dele por ter planos de retornar a seu antigo partido político, o mesmo escolhido por Daniel, e afirmou respeitar a decisão do político.

Wilder questionou pesquisas relacionadas ao número baixo de eleitoras. Ele afirmou que o índice não reflete a realidade e disse que a escolha de Ana Paula como candidata a vice-governadora na mesma chapa dele não tem relação a busca por aproximação com o eleitorado feminino.

Sobre sua transição entre diferentes partidos ao longo da vida pública, Wilder afirmou que isso é algo natural dentro da política e relembrou a época em que foi secretário do ex-governador e atual candidato ao cargo Marconi Perillo (PSDB).

O candidato afirmou que pretende fazer investimentos e melhorias na Saúde no estado. Ele criticou a fila única e a demora nos atendimentos e realização de cirurgias eletivas e destacou que pretende solucionar o problema com parcerias com hospitais privados.

Sobre segurança pública, Wilder destacou que pretende facilitar a concessão de medidas protetivas e aumentar o apoio às vítimas de violência doméstica. O candidato afirmou que a candidata a vice Ana Paula é quem ficará à frente da pasta em defesa às mulheres.

Sobre a exploração de terras raras, Wilder afirmou que pretende criar uma secretaria focada na exploração desses materiais, afastando a dependência de outros países para fazer a separação do material, investindo em industrialização.

Ao final da sabatina, Wilder mencionou o uso de câmeras nas fardas de policiais goianos e disse ser contra a iniciativa. Ele também afirmou confiar no retorno financeiro obtido pelo estado com as terras raras para fazer a correção salarial de servidores públicos e investir na segurança pública.

Wilder Morais (PL) participa de sabatina no J1 — Foto: Letícia Fiuza/g1 Goiás

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Tuesday, October 13, 2026

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