Eleições 2026 no Amapá: Cronograma de debates e entrevistas ao Senado | G1
Sabatinas com candidatos ocorrem entre agosto e setembro no 'Bom Dia Amapá' e na CBN Amazônia. Ordem foi definida por sorteio.
Candidatos ao Senado no Amapá. — Foto: Reprodução
A Rede Amazônica e representantes de partidos, coligações e federações definiram o cronograma e as regras para as entrevistas e o debate com os candidatos ao Senado pelo Amapá nas Eleições 2026. As sabatinas começam nesta segunda-feira (31) .
O acordo foi firmado em reunião na sede da emissora, em Macapá , para garantir igualdade de condições entre os concorrentes, conforme determina a legislação eleitoral. O debate entre os candidatos ao Senado acontece no dia 25 de setembro ao vivo na emissora .
Terão direito às entrevistas ao vivo nos estúdios da TV e do rádio os cinco candidatos melhor colocados na primeira pesquisa Quaest contratada e divulgada pela Rede Amazônica . Além de estar no top 5, o concorrente precisa alcançar ao menos 5% das intenções de voto na pesquisa estimulada.
As sabatinas na TV ocorrem ao vivo entre segunda-feira (31) e sexta-feira (4), durante o telejornal Bom Dia Amapá, às 7h30. Cada entrevista terá 20 minutos de duração, com 1 minuto adicional para a conclusão da última resposta. A ordem das apresentações foi sorteada:
Segunda-feira (31): Randolfe Rodrigues (PT)
Quarta-feira (2): Alliny Serrão ( União Brasil )
Sexta-feira (4): Rayssa Furlan ( Podemos )
No rádio, os candidatos serão entrevistados no programa Estação CBN entre segunda-feira (7) e sexta-feira (11), às 9h, mantendo o tempo de 20 minutos por participante:
Segunda-feira (7): Randolfe Rodrigues (PT)
Sexta-feira (11): Rayssa Furlan ( Podemos )
Os candidatos que não alcançarem as 5 primeiras colocações ou os 5% na pesquisa Quaest terão espaço em matérias gravadas de 2 minutos. As reportagens compensatórias vão ao ar na segunda-feira (7) no Bom Dia Amapá e no sábado (12) na CBN Amazônia
Em caso de empate na pesquisa Quaest para a seleção do top 5, a definição dos participantes seguirá, nesta ordem: a votação na pergunta espontânea, a menor taxa de rejeição, a expectativa de vitória e o tamanho da bancada do partido na Câmara dos Deputados.
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