Modernismo no Enem: Professora explica as três fases da escola | G1
Videoaula gratuita aborda a escola literária mais cobrada em vestibulares e no Exame Nacional do Ensino Médio, destacando suas fases e autores.
Diariamente, os telejornais da Rede Amazônica disponibilizam videoaulas do projeto "Aulão na Rede". Na edição voltada para a área de Linguagens e suas Tecnologias, a professora de literatura Lana Lima explicou as principais características do Modernismo no Brasil. O conteúdo já está disponível para estudantes que se preparam para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), vestibulares e outras avaliações. (veja vídeo acima)
A iniciativa reúne videoaulas exibidas diariamente nos telejornais da Rede Amazônica , com orientações de professores de diferentes áreas do conhecimento para auxiliar os candidatos na reta final de preparação.
Durante a aula, a educadora explicou que a escola literária modernista é o tema mais recorrente nas provas de literatura e destacou a importância de compreender suas diferentes fases e contextos históricos.
"Quando nós falamos de assuntos recorrentes em vestibulares, sem dúvida, quanto à parte de literatura, o assunto mais recorrente é a escola literária conhecida como modernismo. A ideia central da primeira geração é superar o passado academicista brasileiro, com a valorização do cotidiano e da linguagem coloquial", destacou a professora.
A docente detalhou as divisões do movimento no país:
Primeira Fase (1922–1930) : Conhecida como "fase heroica", iniciada com a Semana de Arte Moderna. Destaca-se pela ruptura com o passadismo, liberdade formal, uso de versos livres e linguagem coloquial, com nomes como Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, Anita Malfatti e Manuel Bandeira.
Segunda Fase (1930–1945) : Marcada por uma produção mais longa e engajada socialmente, dividida entre a prosa regionalista (com autores como Graciliano Ramos, Jorge Amado e Rachel de Queiroz) e a poesia.
Terceira Fase (a partir de 1945) : Chamada de pós-moderna ou neoparnasiana, caracterizada pelo retorno gradual à forma e experimentações de linguagem.
Aulão na Rede 2026 — Foto: Rede Amazônica/Divulgação
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