Padrasto condenado por estuprar enteada de 12 anos é preso em comunidade indígena em Boa Vista | G1
Homem foi condenado a 14 de prisão. Vítima denunciou o crime em outubro de 2024, após uma palestra realizada pelo Conselho Tutelar, quando entendeu que a situação era crime.
Padrasto foi preso pela Polinter — Foto: Polícia Civil/Divulgação
Um homem, de 54 anos, condenado por estuprar a própria enteada , de 12 anos, foi preso nesta terça-feira (25) na comunidade indígena Truaru da Cabeceira da Serra, na zona rural de Boa Vista .
Ele foi condenado a 14 anos de prisão. O o crime ocorreu entre os anos 2021 e 2022, na própria comunidade. Segundo as investigações da Polícia Civil, o acusado se aproveitou da condição de padrasto para estuprar a vítima.
Ainda conforme a polícia, o acusado ameaçava a vítima para que ela não revelasse o crime à mãe, dizendo que ela “iria se arrepender” caso contasse. O crime acontecia enquanto eles estavam sozinhos.
A vítima denunciou o crime em outubro de 2024, após uma palestra realizada pelo Conselho Tutelar, quando entendeu que a situação era crime.
Com a denúncia, o caso foi encaminhado à Polícia Civil. Em interrogatório, o acusado negou ter cometido o crime e afirmou que nunca ficou sozinho com a menina.
O Ministério Público ofereceu a denúncia e, ao final do processo, a Justiça condenou o acusado a 14 anos de prisão, em regime fechado. Com a sentença, os agentes cumpriram o mandado de prisão.
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