Pit bull que vivia acorrentado há meses estava com ferimentos no corpo | G1
Segundo a polícia, o tutor ficava longos períodos sem comparecer ao local. Um exame feito no IML confirmou a ocorrência de maus-tratos, lesões antigas e a omissão crônica de cuidados.
O cachorro da raça pit bull que foi resgatado em Goiânia vivia acorrentado há cerca de oito meses, estava com ferimentos no corpo e magro, segundo a Polícia Civil. Além disso, a investigação aponta que o tutor do cão ficava longos períodos ser ir ao local e o pit bull sobrevivia com a ajuda de vizinhos. O homem foi preso em flagrante por suspeita de maus-tratos.
O nome do suspeito não foi divulgado, portanto, o g1 não conseguiu entrar em contato para um posicionamento.
O resgate aconteceu na última segunda-feira (26), no Conjunto Vera Cruz II. Segundo a polícia, os agentes compareceram ao local onde o cão estava acorrentado após uma denúncia anônima feita por telefone.
Pit bull foi encontrado acorrentado e com machucados — Foto: Divulgação/Polícia Civil
Quando encontraram o animal, os policiais perceberam que ele tinha lesões antigas pelo corpo e uma grave infestação de carrapatos. Além disso, foi constatado que o cachorro era mantido acorrentado há pelo menos oito meses.
"Durante as diligências, os policiais civis constataram que o animal era mantido acorrentado há pelo menos oito meses, sem abrigo adequado contra sol e chuva", informou a Polícia Civil.
O cão passou por exame feito no Instituto Médico-Legal Veterinário (IML), que confirmou os maus-tratos e a omissão crônica de cuidados. De acordo com a polícia, mesmo quando estava no local, o tutor não cuidava do cachorro como era necessário.
"O homem admitiu que o cão apresentava ferimentos havia muito tempo, mas não havia providenciado atendimento veterinário ou adotado medidas para tratar o animal" , disse a polícia.
A Diretoria de Bem-Estar Animal (Dirbea), vinculada à Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma), foi chamada para fazer o resgate, providenciar atendimento veterinário e encaminhar o cão para a adoção.
Cachorro tinha ferimentos antigos e apresentava magreza acentuada — Foto: Divulgação/Polícia Civil
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