Acidente de moto aquática em Igaratá mata adolescente de 16 anos | G1
Vítima foi encontrada submersa e chegou a receber manobras de reanimação, mas não resistiu. Adolescente de 14 anos que estava na moto aquática foi socorrida e permanece internada; caso é investigado pela Polícia Civil.
Represa de Igaratá. — Foto: Bruna Capasciutti/TV Vanguarda
Uma adolescente de 16 anos morreu e outra, de 14, ficou ferida após um acidente com uma moto aquática na represa de Igaratá , no interior de São Paulo, na noite deste domingo (1º).
Segundo a Polícia Civil, as duas adolescentes estavam em uma moto aquática que estava atracada em um píer no Condomínio Águas de Igaratá, no bairro Almeida Prado. Durante o passeio, houve uma colisão ou tombamento da embarcação, e as duas jovens caíram na água. A dinâmica do acidente ainda será investigada.
A adolescente de 16 anos, identificada como Sabrina Pereira dos Santos, foi encontrada submersa e retirada da água. Pessoas que estavam próximas tentaram reanimá-la até a chegada das equipes de emergência, mas ela morreu.
A outra jovem, de 14 anos, foi socorrida com vida e levada para atendimento médico. Ela permanecia internada até a última atualização do registro policial. Segundo a investigação, ela era a condutora da moto aquática no momento do acidente.
O Samu e o helicóptero Águia, da Polícia Militar, foram acionados para atender a ocorrência. A equipe médica do helicóptero confirmou a morte da adolescente.
A Polícia Civil investiga as circunstâncias do acidente e a possível responsabilidade de outras pessoas. Uma das linhas de apuração é verificar se alguém que estava no local tinha condições e obrigação de impedir que as adolescentes utilizassem a moto aquática.
De acordo com o registro policial, uma pessoa que estava nas proximidades teria presenciado as jovens embarcarem e iniciarem o passeio. A participação dela no caso ainda será apurada.
A mãe de Sabrina informou à polícia que a filha estava utilizando uma moto aquática pela primeira vez. Já a adolescente sobrevivente teria experiência anterior na condução do equipamento.
A jovem de 14 anos ainda não foi ouvida pela polícia porque permanece hospitalizada. A investigação também aguarda os laudos da perícia, que devem ajudar a esclarecer como o acidente aconteceu.
O caso foi registrado como ato infracional análogo a homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Por enquanto, não foi determinada a apreensão da adolescente sobrevivente.
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