Plataforma do TSE passa de 100 denúncias no Acre | G1
Pardal permite ao eleitor comunicar irregularidades. Capital Rio Branco lidera com 87 denúncias. Maioria das ocorrências está ligada a propagandas na internet.
O aplicativo Pardal, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ultrapassou as 100 denúncias no Acre.
Os eleitores acreanos registraram 104 ocorrências relacionadas a propagandas eleitorais por meio da plataforma entre 16 de agosto e essa segunda-feira (14).
A capital Rio Branco é a cidade com o maior número de denúncias, com 87 registros. Em seguida, aparecem Cruzeiro do Sul , com seis, e Xapuri , com três.
Os municípios de Brasiléia , Sena Madureira e Feijó computaram duas denúncia cada, enquanto Porto Walter e Tarauacá registram uma denúncia.
Rio Branco lidera as estatísticas com 87 registros. Cruzeiro do Sul teve 6 casos e Xapuri somou 3 ocorrências no período — Foto: Reprodução/Redes sociais
Ainda segundo a Justiça Eleitoral, 50 denúncias foram feitas devido a auto-promoção dos candidatos ao governo do estado .
Por outro lado, 23 denúncias foram aos candidatos a deputado estadual e outras 17 foram de deputado federal e quatro contra candidatos ao senado .
Foram 24 denúncias devido a propagandas na internet, outras quinzede atos em vias públicas, como comícios e bandeiraços, e doze foram relacionadas a bens públicos, que se referem às irregularidades ou uso indevido de patrimônios que pertencem ao estado.
A propaganda eleitoral começou no dia 16 de agosto. A distribuição de panfletos, adesivos e folhetos está liberada. O material impresso deve ter a identificação do responsável. Além disso, é proibido espalhar santinhos de candidatos na rua.
Na internet, ferramentas tecnológicas para manipular ou adulterar áudios e imagens para espalhar informações falsas sobre os candidatos são proibidas. A ação de influenciadores pagos, uso de base de dados de clientes e perfis de empresas fazendo propaganda também estão proibidos.
Para registrar uma irregularidade, o eleitor deve se identificar utilizando a conta Gov.br ou o aplicativo e-Título. A identidade do denunciante é resguardada por sigilo legal.
O sistema permite anexar fotos, vídeos, arquivos de áudio ou links que comprovem a suspeita de ilegalidade. Ao registrar uma denúncia, a pessoa deve escrever a suposta irregularidade.
Em seguida, um agente automatizado faz uma classificação preliminar da ocorrência em duas categorias: propaganda eleitoral irregular na internet e demais modalidades de irregularidades.
Ao concluir o procedimento, é emitido um número de protocolo para acompanhamento.
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