Skip to content
Gigantum.net
Society

Rodoviários anunciam paralisação a partir desta segunda no DF | G1

Categoria cobra reajustes salariais e benefícios relativos à data-base de 1º de agosto de 2026.

· 909 words

Passageiros entram em ônibus no DF, em imagem de arquivo — Foto: Pedro Ventura/ Agência Brasília

Os rodoviários do Distrito Federal anunciaram greve para a a partir desta segunda-feira (28) . Eles cobram reajustes salariais e benefícios relativos à data-base de 1º de agosto de 2026.

Conforme dados do GDF, cerca de 1 milhão de passageiros usam os ônibus diariamente na capital. Em nota, o governo do DF afirmou que já adotou medidas legais junto ao Tribunal Regional do Trabalhão (TRT-DF).

Ao g1 , o Governo do DF informou que a Secretaria de Transporte e Mobilidade apoiará a operação das linhas de transporte público coletivo, nas áreas urbana e rural do Distrito Federal, durante as eleições. O primeiro turno está previsto para o próximo domingo (4) e um eventual segundo turno para 25 de outubro (veja mais detalhes abaixo).

A paralisação foi confirmada em assembleia neste domingo (27) após a categoria rejeitar a proposta das empresas de reajuste salarial de 5,5%, garantia de manutenção dos postos de trabalho destinados à função de cobrador; e pagamento das diferenças salariais retroativas .

A categoria cobra 8% de reajuste salarial, 10% de benefícios alimentares e 12% em relação ao plano de saúde .

Em nota, as concessionárias do transporte público coletivo do Distrito Federal repudiaram paralisação. Segundo o grupo, a greve foi decidida "mesmo diante de uma proposta com reajustes acima da inflação em todos os itens".

O Governo do Distrito Federal denuncia como político-eleitoreira a deflagração de greve pelo Sindicato do Rodoviários e já adotou medidas legais junto Tribunal Regional do Trabalhão (TRT-DF) para garantir a livre circulação das pessoas, especialmente com a proximidade das eleições gerais no próximo domingo, 4 de outubro.

O GDF reconhece o legitimo direito dos trabalhadores de lutar por suas reivindicações salariais e de qualidade das condições de trabalho, mas não aceita que um sindicato filiado à CUT e com um presidente da entidade que apoia abertamente um adversário eleitoral tente manipular a categoria.

Em negociação desde julho passado com as empresas do setor, que apresentaram mais de dez propostas, a postura da entidade sindical assumiu uma injustificada intransigência diante da possibilidade dos trabalhadores terem efetivos ganhos reais – o que revela a atitude político-partidária do sindicato.

Há de se destacar que o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) solicitou à Secretaria de Estado de Transporte e Mobilidade apoio para assegurar a plena operação das linhas de transporte público coletivo, nas áreas urbana e rural do Distrito Federal, durante os dias de realização do pleito eleitoral. O que será feito!

Para garantir a massiva presença de eleitores para votar, a Secretaria de Transporte e Mobilidade autorizou que, nos dias de realização do primeiro e eventual segundo turno das eleições, seja adotada a tabela horária correspondente aos dias úteis, de modo a assegurar a adequada oferta dos serviços de transporte público coletivo.

E, como os pleitos ocorrem aos domingos, o transporte será gratuito para garantir o pleno exercício da cidadania por meio do voto, especialmente para os cidadãos que dependem exclusivamente do transporte público para comparecer às seções eleitorais.

O GDF reivindica também ao Judiciário trabalhista que sejam fixados limites mínimos de funcionamento de todo o sistema de transporte rodoviário do Distrito Federal, em 80% da frota em horários de baixo fluxo de passageiros, e de 100% da frota nos horários de alto fluxo de passageiros, a saber: 6h às 8h30 e 17h às 19h30, durante todo o processo de negociação da data-base.

O GDF aguarda a decisão do Tribunal Regional do Trabalho do Distrito Federal para garantir o funcionamento do serviço público de transporte rodoviário no DF à toda população.

"Concessionárias repudiam greve dos rodoviários e alertam para prejuízo à população do DF

As concessionárias do transporte público coletivo do Distrito Federal repudiam a greve aprovada neste domingo (27) em assembleia dos rodoviários, com início previsto para esta segunda-feira (28). A paralisação foi decidida mesmo diante de uma proposta com reajustes acima da inflação em todos os itens.

Quem mais perde com a paralisação é a população. São milhares de trabalhadores, estudantes, pacientes e idosos que dependem do ônibus todos os dias para chegar ao emprego, à escola, ao hospital e aos serviços públicos. Transformar esses usuários em instrumento de pressão penaliza justamente quem não tem outra forma de se deslocar.

A proposta apresentada pelas empresas neste sábado (26) prevê reajuste salarial de 6%, acima da inflação de 4,11% no período. O ticket refeição-alimentação e a cesta básica seriam reajustados em 7%, e o auxílio saúde e o plano odontológico, em 11,88%. O seguro de vida em grupo seria duplicado, e os postos de trabalho de cobrador ficariam garantidos durante a vigência do acordo.

A oferta segue o histórico de valorização da categoria. Desde o início do contrato de concessão, o salário do [motorista] subiu 151%, passando de R$ 1.607,05 para R$ 4.034,60. No mesmo período, a inflação medida pelo INPC foi de 97%. O salário cresceu, portanto, mais de 50 pontos percentuais acima da inflação. Com a proposta atual, essa diferença passaria de 60 pontos.

Ao longo de mais de dez rodadas de negociação, as empresas apresentaram propostas por escrito e ampliaram a oferta. Até agora, o sindicato não respondeu com uma contraproposta formal.

As concessionárias continuam abertas ao diálogo e cobram do sindicato o cumprimento da Lei nº 7.783/1989. A lei determina que, em serviços essenciais como o transporte coletivo, o atendimento às necessidades inadiáveis da população seja garantido mesmo durante a greve."

Gathered from external sources. Rights to this text belong to whoever originally published it.

Monday, October 12, 2026

© 2026 Gigantum.net. Content gathered automatically from external sources; rights to each text belong to whoever originally published it.