Mulher de 39 anos é agredida e esfaqueada em Rio Branco | G1
Vítima foi encontrada caída em frente a uma casa, no bairro Tucumã, na noite dessa sexta-feira (18), após pedir ajuda. Suspeito fugiu e não foi localizado pela Polícia Militar.
Vítima foi agredida e esfaqueada por um homem que estava com ela na noite dessa sexta-feira (18), no bairro Tucumã, em Rio Branco — Foto: Deyvi Chessmon
Uma mulher de 39 anos foi agredida e esfaqueada por um homem que estava com ela na noite dessa sexta-feira (18), no bairro Tucumã, em Rio Branco . Segundo a Polícia Militar (PM-AC), após ser atacada, ela saiu pelas ruas em busca de ajuda, mas acabou caindo em frente a uma casa.
Os policiais fizeram buscas pela região para tentar localizar o suspeito, mas ele não foi encontrado . Não se sabe qual é a relação da vítima com o homem.
Conforme a PM, a moradora que estava na residência ouviu os gritos de socorro e, ao abrir o portão, encontrou a vítima caída.
Ela acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e a Polícia Militar. Quando os policiais chegaram, a mulher já recebia atendimento da equipe médica.
Ainda segundo a PM, a vítima foi atingida por uma facada na região acima do lado esquerdo do peito, próxima ao ombro.
Após prestar os primeiros socorros, o Samu estabilizou a mulher no local e a levou ao pronto-socorro de Rio Branco. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
A PM do Acre disponibiliza os seguintes números para que a mulher peça ajuda:
Polícia Militar - 190: quando a criança está correndo risco imediato;
Samu - 192: para pedidos de socorro urgentes;
Delegacias especializadas no atendimento de crianças ou de mulheres;
Secretaria de Estado da Mulher (Semulher): recebe denúncias de violações de direitos da mulher no Acre. Telefone: (68) 99930-0420. Endereço: Travessa João XXIII, 1137, Village Wilde Maciel.
Disque 100: recebe denúncias de violações de direitos humanos. A denúncia é anônima e pode ser feita por qualquer pessoa;
Profissionais de saúde: médicos, enfermeiros, psicólogos, entre outros, precisam fazer notificação compulsória em casos de suspeita de violência. Essa notificação é encaminhada aos conselhos tutelares e polícia;
WhatsApp do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos: (61) 99656- 5008;
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