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Thursday, August 27, 2026

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Professora que agrediu PM em Barretos estava de licença médica no DF | G1

Mulher que se envolveu em confusão na Festa do Peão pediu afastamento desde o dia 17, segundo Secretaria de Educação do Distrito Federal.

· 441 words

Mulher dá tapa no rosto de policial militar durante confusão na Festa do Peão de Barretos — Foto: Ricco Montana

A professora que chegou a ser detida esta semana depois de dar um tapa em uma policial militar na Festa do Peão de Barretos (SP) e de ser denunciada por ofensas racistas a outro agente de segurança conseguiu licença médica do trabalho em Brasília (DF) antes de ir para o interior de São Paulo.

A informação foi confirmada ao g1 pela Secretaria de Educação do Distrito Federal, onde Joelma Barbosa de Oliveira Fernandes atua como professora da rede estadual.

Segundo o órgão, que prometeu providências administrativas, a licença começou a valer no dia 17 de agosto.

"A servidora em questão encontra-se afastada de suas atividades por licença médica desde o dia 17 de agosto. Tão logo seja a pasta oficialmente notificada, as informações serão encaminhadas à corregedoria para conhecimento e adoção das providências administrativas cabíveis", comunicou o órgão estadual.

A reportagem não conseguiu localizar a defesa de Joelma até a última atualização desta notícia.

Imagens feitas por uma pessoa que estava no local mostram a professora, vestida de branco, discutindo com uma atendente de uma barraca de comida. O caso aconteceu por volta das 19h.

Segundo o cantor e compositor Ricco Montana, que fez o vídeo, a confusão começou depois que a professora foi tirar satisfação por conta de um problema que aconteceu dois dias antes.

As duas chegaram a trocar agressões. Ao se aproximar para conter a situação, uma policial militar foi agredida com um tapa no rosto pela professora.

Ela precisou ser contida e levada ao Plantão da Polícia Militar no parque e foi liberada na mesma noite.

Imagens mostram o momento em que mulher agride com tapa policial militar no Parque do Peão em Barretos (SP) — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Horas depois, a professora voltou a ser detida por policiais militares após ser flagrada tentando invadir uma clínica veterinária no centro de Barretos .

Segundo o boletim de ocorrência, ao ser abordada, Joelma chamou um dos policiais de macaco e disse "que faria feijoada com ele", além de tentar agredir outro policial na sequência.

Os agentes decretaram prisão em flagrante pelos crimes de preconceitos de raça ou de cor, desacato e resistência. Durante a abordagem, ela precisou ser imobilizada.

Ela passou por audiência de custódia nesta quarta-feira (26) e a Justiça concedeu liberdade provisória mediante o cumprimento de medidas cautelares como comparecer à Justiça a cada dois meses para informar atiivdades e a todos os atos processuais e manter endereço fixo.

Além disso, foi proibida de manter contato, por qualquer meio, com os policiais militares envolvidos nas agressões.

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