Republicanos é o partido que governará a maior parcela da população | G1
Partido governará um terço do país após eleger os governadores de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso. e Espírito Santo. PL, PT e PSD aparecem na sequência.
Eleito pelo Republicanos no ES no 2º turno, Lorenzo Pazolini se junta a Tarcísio de Freitas (SP), Cleitinho (MG) e Otaviano Pivetta (MT) — Foto: Fernando Madeira/Rede Gazeta
Com o término do 2º turno das eleições de 2026, os 26 estados e o Distrito Federal conheceram quem serão os seus respectivos governadores a partir de janeiro de 2027. A maior parte da população brasileira será governada por políticos do Republicanos, PL e PT.
O Republicanos concentrará mais de um terço da população ao eleger governadores em São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Mato Grosso: 35,5% da população brasileira.
O Partido Liberal (PL) e o Partido dos Trabalhadores (PT) aparecem em seguida, com 24% e 14,5%, respectivamente.
Republicanos: São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso e Espírito Santo, com 75.740.341 pessoas, ou 35,5% da população
PL : Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rondônia e Roraima, com 51.242.292 pessoas, ou 24% da população
PT : Bahia, Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte, com 31.048.037 pessoas, ou 14,5% da população
PSD : Pernambuco, Maranhão, Sergipe, Amapá e Amazonas, com 24.085.867 pessoas, ou 11,5% da população
PP: Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Paraíba e Acre, com 11.026.935 pessoas, ou 5,15% da população
Podemos : Pará, com 8.756.324 pessoas, ou 4,1% da população
MDB : Goiás, com 7.495.033 pessoas, ou 3,5% da população
PSDB : Alagoas e Tocantins, com 4.817.122 pessoas, ou 2,25% da população
Número de governadores eleitos por partido
Em relação ao volume de governadores eleitos por partido, levantamento do g1 mostra que o PL foi o partido com mais chefes estaduais eleitos em 2026, seguido de PSD e PT, Republicanos e PP.
Veja os nomes eleitos e aqueles que vão disputar o segundo turno, por partido:
Douglas Ruas, no Rio de Janeiro, com 50,88% dos votos;
Jorginho Mello, em Santa Catarina, com 68,98% dos votos;
Arthur Henrique, em Roraima, com 69,13% dos votos;
Marcos Rogério, em Rondônia, com 56,86%;
Zucco, no Rio Grande do Sul, com 58,05% dos votos;
Sérgio Moro, no Paraná, com 50,10% dos votos.
Omar Aziz, no Amazonas, com 61,42% dos votos;
Fábio Mitidieri, no Sergipe, com 59,28% dos votos;
Dr. Furlan, no Amapá, com 62,75% dos votos;
Eduardo Braide, no Maranhão, com 54,05% dos votos;
Rafael Fonteles, no Piauí, com 70,88% dos votos;
Jerônimo Rodrigues, na Bahia, com 55,61%;
Elmano de Freitas, no Ceará, com 53,11% dos votos;
Cadu de Lula, no Rio Grande do Norte, com 50,77% dos votos;
Otaviano Pivetta, no Mato Grosso, com 60,77% dos votos;
Tarcísio de Freitas, em São Paulo, com 62,65% dos votos;
Cleitinho, em Minas Gerais, com 55,41% dos votos;
Lorenzo Pazolini, no Espírito Santo, com 52,17% dos votos.
Celina Leão, no Distrito Federal, com 57,18% dos votos;
Lucas Ribeiro, na Paraíba, com 64,30% dos votos;
Eduardo Riedel, no Mato Grosso do Sul, com 67,07% dos votos;
Mailza Assis, no Acre, com 66,21% dos votos.
Vincentinho Júnior, no Tocantins, com 64,52% dos votos.
Daniel Vilela, em Goiás, com 59,17% dos votos
Dr. Daniel, no Pará, com 51,44% dos votos.
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