Quaest: 50% desaprovam e 43% aprovam governo Lula | G1
Encomendada pela Globo e jornal O Globo, a pesquisa entrevistou 2.004 eleitores de 03 de setembro a 06 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos.
Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (7) mostra que 50% dos eleitores desaprovam o governo Lula (PT), enquanto 43% aprovam. Outros 7% não souberam ou não responderam.
Em relação ao levantamento divulgado em 2 de setembro, a desaprovação oscilou dois pontos percentuais para cima, de 48% para 50%, e a aprovação, dois para baixo, de 45% para 43%. As duas variações ocorreram dentro da margem de erro, de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
A distância entre os dois índices passou de três para sete pontos. Com isso, aprovação e desaprovação deixaram de estar em situação de empate técnico.
Desaprovam: 50% (eram 48% em 2 de setembro);
Não sabem/não responderam: 7% (eram 7%).
Pesquisa Quaest avalia aprovação do governo Lula — Foto: g1
A pesquisa Quaest foi encomendada pela Globo e pelo jornal O Globo e entrevistou 2.004 eleitores entre os dias 03 de setembro a 06 de setembro. O registro no TSE é BR-01720/2026. A margem de erro é de dois pontos e o nível de confiança, de 95%.
Presidente Lula durante evento no Planalto em 2026 — Foto: Foto: Ricardo Stuckert
A Quaest também perguntou se os eleitores consideram o governo ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo. A avaliação negativa, que reúne as respostas ruim e péssimo, passou de 37% para 38%. A positiva, soma de ótimo e bom, oscilou de 35% para 34%.
Negativa: 38% (eram 37% em 2 de setembro);
Não sabem/não responderam: 3% (eram 3%).
Pesquisa Quaest avaliação do governo Lula — Foto: g1
Avaliação da economia nos últimos 12 meses
A percepção sobre a economia permaneceu igual à registrada em 2 de setembro. Para 49% dos eleitores, a situação do país piorou nos últimos 12 meses. Outros 29% dizem que ficou do mesmo jeito, e 19%, que melhorou.
Piorou: 49% (eram 49% em 2 de setembro);
O levantamento mostra ainda que 54% dos eleitores dizem que a renda da família não aumentou ou cresceu menos que o custo de vida no último ano. O percentual reúne os 33% que afirmam não ter tido aumento e os 21% que relatam uma alta insuficiente para acompanhar os preços.
Os resultados também são os mesmos da pesquisa divulgada em 2 de setembro:
Renda aumentou tanto quanto o custo de vida: 33%;
Renda aumentou menos que o custo de vida: 21%;
Renda aumentou mais que o custo de vida: 10%;
A parcela dos eleitores que dizem ter muitas dívidas passou de 22%, no levantamento divulgado em 5 de agosto, para 28% nesta rodada, uma variação de seis pontos percentuais.
No mesmo período, o percentual dos que afirmam não ter dívidas passou de 31% para 27%, e o dos que relatam poucas dívidas, de 47% para 44%.
Têm poucas dívidas: 44% (eram 47% em 5 de agosto);
Não sabem/não responderam: 1% (eram 0%).
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